domingo, 30 de outubro de 2016
Forum do Maracajá: OMD: Oh Mon Dieu
Forum do Maracajá: OMD: Oh Mon Dieu: OMD Oh Mon Dieu Oh Meu Deus Oh My God PDF 679 Lendo e interpretando, livros e comportamentos, com olhares de Foucault. ...
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
O paciente de Foucault
O paciente de Foucault
Onde está Foucault?
PDF 767
Ele comprou todos os livros possíveis que se relacionam as teorias de Michel Foucault. Estudou a fundo suas teorias e posicionamentos, e pode entender melhor a sociedade. A sociedade que domina e o comportamento dos dominados, que repetem um comportamento sem perceber que são ou estão dominados, por um aculturamento de um grupo dominador. E por conhecer as regras de domínio pode recusar muitos conselhos, para tratar suas dores e sofrimentos com recursos da medicina. Entendia que as doenças são criadas para produzir um mercado de pacientes para os médicos. Mas a dor é relativa, cada um tem seus limites, de acordo com sua estrutura física e psicológica. E a sociedade repete um comportamento arqueológico, traçando uma genealogia para todos, onde tudo se resolve com receitas e médicos, corrigindo dores e comportamentos,
Ele criou grupos de estudos, para dar oportunidades a outros, que pudessem conhecer Foucault. E dentro de um grupo poderia observar comportamentos, que se aproximam das teorias de Foucault. Talvez reestruturar ou refazer teorias. O grupo de estudos poderia ser uma clínica, sem chegar a loucura, para suas experiências e observações. Poderia mudar seus ângulos e pontos de vistas, a partir da teoria de Foucault.
E o paciente de Foucault teve a oportunidade de produzir e vivenciar as suas próprias experiências, o seu Eu diante à sociedade. Mas com tantas teorias de domínio, como teorizar a sua dor? Onde estão os conceitos que se enquadram seus pensamentos? Onde está Foucault? Pierre Bourdieu, contemporâneo de Foucault, quando não encontrava uma resposta, atribuía o fato ao Maestro oculto.
Foucault pode estar onde todos por um momento estiveram, ausente das suas raízes, vagando em um deserto. Pode ser preciso fazer uma viagem ou promover algumas ausências para estudar a si próprio, como fez Foucault (Bourdieu foi para a África). Observar lugares a partir de outros ângulos, como olhar a cidade distante, de um outro ângulo, e até com miragens. Jesus e Moisés andaram e vagaram por um deserto. Antônio Conselheiro andou pelos sertões. Em Natal/RN ainda é possível andar ou vagar pelas dunas e avistar a cidade ao longe. Olhar o horizonte da praia, é muito distante, e pode-se não saber andar sobre as águas. Nas dunas é possível colocar os pés no chão. E depois retornar à cidade, para relatar, escrever e descrever as suas experiências..
RN, 26/10/2016
Roberto Cardoso (Maracajá)
Reiki Master
terça-feira, 20 de setembro de 2016
di Gestão de Pessoas: O Velório de uma fada poeta, uma fada quase humana...
di Gestão de Pessoas: O Velório de uma fada poeta, uma fada quase humana...: O Velório de uma fada poeta, uma fada quase humana PDF 741 Imagem: https://www.google.com.br/search?q=queijos+vinho+e+velas&biw=...
terça-feira, 6 de setembro de 2016
Ainda somos índios
Fotos: Evaldo Silva \ Pinacoteca do Estado - Encontro Litero Musical da SPVA/RN
02/09/16 - Natal/RN
Ainda somos índios
PDF 722
Mesmo com toda tecnologia na palma da mão, com roupas de marcas, e acessórios de grife, o índio continua sendo um índio. Um índio atualizado com as tecnologias, hábitos e costumes atuais. Tal como aconteceu com chineses e japoneses que não abandonaram ou esqueceram seus costumes, que construíram suas culturas. E são conhecidos e reconhecidos pelos seus hábitos e costumes milenares. Não é uma exclusividade nossa, ver nativos com ares de “civilizados”, assim como não somos totalmente “civilizados”.
Nosso dia a dia ainda esta repleto de costumes e hábitos indígenas. Seja ao deitar em uma rede depois de comer um mingau, um cuscus ou uma tapioca. Acordar e tomar um banho frio. Antes de sair, de um abrigo, observar o tempo.
Ao longo do tempo percorrido pela história sofremos muitas influencias, e absorvemos outros costumes, mas a essência continua indígena. Com traços no DNA e marcas no sangue. Na praia, os hábitos de quase sem roupas, ainda podem causar espantos e estranhamentos em povos estrangeiros.
E até a história seguiu o caminho da ciência, estabelecendo datas cronológicas para registrar tudo que lhe interessava, de acordo com pontos de vistas que poderiam fortalecer os donos da história. A história define um momento temporal, um local no espaço e autores de uma empenho ou façanha, criando uma tridimensionalidade histórica: onde? quando? e quem?. O porque? também é criado de acordo com os interesses..
A ciência foi buscar as plantas, para conceituar suas curas e profilaxias, com o uso de suas próprias teorias. Descobriu princípios ativos e criou formulas sintéticas. Tentou patentear produtos que somente a natureza produz, para evitar concorrências e novas descobertas.
Ao estudar folclore e cultura popular; ao receber visitas de índios escritores e artistas, percebemos que ainda somos índios. E os índios que ainda vivem em ocas e nas tribos, são os atuais responsáveis pelo perpetuamento e conservação da cultura original. E os descobridores, invasores e colonizadores tentaram dizimar. Tentaram eliminar os arquivos, para não existir uma história, perpetuada no tempo.
Os índios, silvícolas ou nativos, são mídias vivas que transferem e guardam hábitos e costumes, arquivos com informações e conhecimentos. São uma biblioteca, são arquivos vivos, capazes de falar e se expressar. Enquanto que a escrita e a tecnologia, criam arquivos mortos, onde é necessário alguém, para criar programas para administrar, processar e manusear os dados arquivados..
Os índios que ainda vivem e interagem com a natureza, com a sua resiliência, são os elementos e personagens capazes de recuperar o planeta, que a ciência destruiu trabalhando a serviço, em nome da economia e do desenvolvimento.
06/09/2016
Roberto Cardoso (Maracajá)
Reiki Master - Karuna Reiki Master
Texto disponível em:
http://www.publikador.com/sociologia/roberto-cardoso-(maracaja)/ainda-somos-indios
Fotos: Evaldo Silva \ Pinacoteca do Estado - Encontro Litero Musical da SPVA/RN
02/09/16 - Natal/RN
disponivel em:
domingo, 28 de agosto de 2016
di Gestão de Pessoas: A mercadoria de maior valor - PDF 716
di Gestão de Pessoas: A mercadoria de maior valor - PDF 716: A mercadoria de maior valor PDF 716 Não há como deter as águas que correm por um rio. Ainda que se construam diques, as ág...
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Prescrição poética
Prescrição poética
PDF 698
Sarauterapia
Evento indicado nos distúrbios da fala, da escrita, ou do pensamento. Palavras presas na garganta. Espaço para leituras e declamações. Indicado também para aqueles que só precisam deixar os ouvidos abertos, e assimilar conhecimentos.
Posologia em função da idade: Até o momento já foram atendidas mulheres gravidas, crianças, jovens, adolescentes e adultos, inclusive uma senhora centenária, com sintomas de ótima nemória, recitando falas de sua matriarca. Não há restrição quanto a idade.
Doses homeopáticas com intervalos médios de quinze dias.
Mais precisamente na primeira e na terceira quarta-feira de cada mês.
As terapias são realizadas unicamente nas dependências do CRO/RN
Não é preciso levar comprimidos para casa. O espaço é aberto.
Ao entrar é feita uma triagem. O atendimento é conforme a ordem de chegada. Favor colocar o nome na lista, e aguardar a chamada. Já contam doze anos de atendimento ininterruptos, até o momento. Não importa ter feriado ou falta de transporte coletivo.
Atendente de plantão: Tião
Sem contraindicações. Os efeitos colaterais até agora registrados não vão alem de uma maior sensibilidade artistica ou poética.
Consulte seu terapeuta poético regularmente no Sarauterapia do CRO/RN, com Dr Rubens. Com décadas de experiência, em deixar seus pacientes boquiabertos.
Entre Natal/RN e Parnamirim/RN, 4/08/16
Roberto Cardoso (Maracajá)
Reiki Master & Karuna Reiki Master
Plataforma Lattes http://lattes.cnpq.br/8719259304706553
terça-feira, 2 de agosto de 2016
150º aniversário de Mikao Usui
150º aniversário de Mikao Usui PDF 448
“E esteve o diluvio quarenta dias sobre a terra, e cresceram as aguas, e levantaram a arca, e ela se elevou sobre a terra” (Genesis). Noé ficou cerca de quarenta dias com chuvas, retido e enclausurado em uma arca, com sua família e seus animais de criação, aqueles que se apresentaram para embarcar na arca, antes da chuva anunciada. Uma outra quantidade de dias foi necessária para que as aguas baixassem, e pudessem desembarcar. A Bíblia não especifica os animais, fala de reses e aves, répteis e etc. E seria mais provável serem animais da sua criação (ou animais conhecidos até aquele momento), tal como o fato de Gilgamesh.
Com certeza na arca havia um espaço de recolhimento, para um tempo de recolhimento e privação de Noé. Só o tempo lhe traria resultados, a arca estava construída, ocupada e flutuando, restando apenas aguardar a tempestade passar. Uma solução citada e exemplificada para outras tempestades. O homem do campo atual, tem na Bíblia um aprendizado, de proteger das chuvas e das enchentes, os seus animais.
E passou por uma situação bastante semelhante o fato citado em Gilgamesh, com diversos animais (inclusive os selvagens, estão como citados), tal como Noé. Com uma intensa chuva e um navio em forma de cubo. Durante seis ou sete dias passou embarcado Utnapistim, que desembarcou com família e parentes, mais as sementes de toda criação (primeiro milênio a.C.) A história épica mais antiga de Atrahasis (1635 a.C.). Pássaros foram soltos também.
Moisés esteve em travessia no deserto por quarenta anos. Vivenciou pragas que assolaram o Egito, e estabeleceu leis, baseado em visões e aparições. Jesus Cristo vagou no deserto por quarenta dias. Vivenciou provações, e estabeleceu regras de compreensão e comportamento. Encaminhou um povo a uma terra prometida, tal como Noé e Moisés. A medicina estabeleceu uma quarentena, como tempo de observação de pessoas que estiveram em regiões contaminadas, tendo uma possibilidade de contaminação.
Tanto Noé como Moises, abriram os caminhos para seu povo, cada qual em um tempo, e de acordo com seus saberes e conhecimentos. Como almirante ou general guiaram um povo em caminhos sobre a aguas ou sobre as terras. Guiaram a um local seguro, com objetivos de criação e repovoamento, um retorno a terra. Jesus se comprometeu com os caminhos dos céus, como um brigadeiro, sugerindo retornos, com orações e olhares.
A vivencia e a experiência vivida por Noé serviu de conhecimento para criadores abrigarem seus animais diante uma chuva anunciada. As vivencias de Moisés serviram de base para as leis dos advogados, com o início dos códigos jurídicos. Além de ser um símbolo de resgate, o retorno a terra prometida, ou o retorno as terras de origem.
Jesus depois de sua reclusão no deserto, voltou com notícias para o seu povo, notícias que eram dadas a quem encontrasse em seu caminho. Ensinou a dividir o pão e o peixe. Estabeleceu um mito e uma religião. A cruz teve uma grande importância para a ciência, influenciando Descartes, na confecção de um eixo, onde pontos são marcados, definindo estatísticas e trajetórias. Nos mapas, os pontos de interseção das linhas (latitude e longitude), definem as localizações. E outras tantas invenções foram baseadas na cruz.
A religião inspirada no Cristo, que partiu de ROMA, aguardando o seu retorno, AMOR. E tal como Noé e Moisés conduziu um povo para um local seguro. Tudo de acordo com um tempo, cada um com seus instrumentos e argumentos. A quarentena serviu como referencial de um tempo para observação de acometidos por uma possível contaminação, e uma enfermidade. O tempo de incubação.
E Mikao Usui também teve o seu tempo, de recolhimento e reclusão, fez um retiro para uma meditação. Um tempo que lhe trouxe novas notícias, anunciada por uma luz, que se chocou com sua testa. No dia 15 de agosto de 2015, data da passagem do 150º ano de nascimento de Mikao Usui (1865 - 1926), podemos relembrar alguns relatos de sua história.
Dr. Usui foi um monge budista que criou, fundou, ou intuiu a técnica do Reiki. Pesquisas dão conta que o Reiki antecede a Mikao Usui. Mas Usui é considerado como o fundador do Reiki, quando foram arregimentados os sinais e os símbolos, o uso e o conhecimento. E a partir de seus conhecimentos, é que o Reiki foi amplamente difundido e divulgado, com penetração e difusão no mundo ocidental. A partir de Mikao Usui que aconteceu uma difusão mundial do Reiki, saindo do Japão e chegando a outros continentes. O Havaí foi o ponto de interseção do Reiki entre o oriente e o ocidente. Mikao Usui não seguiu uma visão cartesiana, inspirou-se nas suas visões e intuições.
Ainda que algumas seitas, religiões ou filosofias não admitam uma convivência, uma parceria, com o Reiki, Mikao Usui não fez distinções, sobre seitas ou religiões. Pesquisou em seitas, países e continentes, sem distinção. Estava em busca de respostas. A sua história no Reiki, começa com a busca de respostas de situações contidas em outra religião, como a cura com as mãos praticadas por Jesus. Usui partiu em busca de explicações de citações e passagens bíblicas.
A história tradicional do Reiki dá conta que Mikao Usui saiu em busca de respostas sobre as curas realizadas por Jesus, com o uso das mãos. Questionado por seus alunos, Usui viajou e pesquisou sobre o assunto, em busca de respostas. Jesus disse “Tudo que eu fiz, vocês podem fazer”. A experiência de Usui tem servido como um conhecimento para a Nova Era. João 13:15 – dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, também vós façais.
São Patrício (São Paddy) ficou famoso por ter feito vários milagres, e de um deles criou-se uma lenda, gerando um dilema entre verdade, milagre ou lenda. Conta-se que durante um jejum de quarenta dias no alto de um morro, foi atacado por uma cobra. Resolveu então perseguir todas as cobras que encontrasse em seu caminho. E justifica-se por este ato a não existência de cobras na Irlanda. Há uma explicação científica, que remete a era glacial, talvez ao diluvio, já que ali foi um lugar onde as cobras não conseguiram chegar. http://www.megacurioso.com.br/animais/69569-voce-sabe-por-que-e-que-nao-existem-cobras-na-irlanda.htm
Mikao Usui ao retornar de sua vigília, um retiro em uma montanha, deu uma topada em uma pedra causando um ferimento, e com suas próprias mãos promoveu assim a auto cura. Em seu retorno chegou em uma taverna, e exagerou na comida depois de um tempo em jejum, sem se sentir ofendido (linguagem regional, no Nordeste, quando uma comida faz mal, provocando um mal-estar). Uma atendente da taberna tinha uma dor de dente e Usui reduziu sua dor. Retornando ao seu monastério, encontrou o abade adoentado. Demostrou sua novidade, e amenizou as dores do abade.
Dos aqui citados; Noé, Moisés, Jesus e Utnapistim; Mikao Usui e São Patrício, sem importar a religião, seita ou continente, cada um teve um tempo de meditação e uma conclusão. Viveram os desertos, seus isolamentos e suas meditações. O exemplo para que se possa entender que cada um tem seu período de reclusão e ascensão, para então fazer seus milagres. Mikao Usui chegou como um participante da Nova Era, com a popularização de seu conhecimento.
15 de agosto de 2015
150º aniversário de Mikao Usui
Dia Internacional do Reiki
Roberto Cardoso (Maracajá)
Reiki Master & Karuna Reiki Master
Plataforma Lattes http://lattes.cnpq.br/8719259304706553
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